sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Música é vida


“Sem música a vida seria um erro. O alemão reza a Deus entoando canções”. (Nietzsche, filósofo).


Hoje, NOTÍCIAS celebra o Dia do Músico.
E quer seja para a vida não ser um erro, mas uma magnífica obra em construção a cada momento, quer seja para louvar ou orar a Deus, qualquer que seja o motivo para fazer, escutar ou tocar música, ele será sempre justo e justificado por si só.
E tanto o músico que escreve música erudita, religiosa ou popular, como o músico que executa um instrumento (a revista ISTO É comentou que “quando o pianista Pedrinho Mattar chega, o piano abana a cauda”), como também o músico que interpreta uma melodia, uma ária, um hino ou uma canção de ninar, eles são todos seres humanos muito especiais e privilegiados.
Porque a música é o que alegra e apazigua, bendiz, conforta e consola, ordena o caos, tranquiliza, enleva e eleva.
Assim, em se querendo, dá para pensar num abc de músicos maravilhosos e suas incríveis criações musicais:
·        Adoniran Barbosa, Antonio Carlos Gomes, Alberto Nepomuceno, Albinoni, André Prévin, Astor Piazzola;
·        Beethoven, Brahms, Bach, Bizet, Berlioz;
·        Chiquinha Gonzaga, Chico Buarque, Caetano Velozo, Cartola, Camargo Guarnieri, Cesar Franck, Chopin;
·        Dvorák, Débussy;
·        Ernesto Nazareth, Enio, Moriconi, Erik Satie;
·        Francisco Mignone, Francis Hime, Franz Ichár;
·        Gershwin, Grieg;
·        Haydn, Haendel;
·        Leonard Bernstein, Liszt;
·        Milton Nascimento, Mozart, Mendelssohn, Mahler;
·        Noel Rosa;
·        Offenbach;
·        Patápio Silva, Pixinguinha, Pink Floyd, Prokofiev, Paganini;
·        Ravel, Rossini;
·        Strauss, Schubert, Schumann;
·        Tom Jobin, Tchaikovsky;
·        Villa-Lobos, Vinícius de Moraes, Vivaldi;
·        Weber, Wagner.
Se alguma letra ficou faltando não terá sido por falta de músicos, mas por desconhecimento ou esquecimento nosso. Mesmo porque é impossível relacionar todos os que mereciam ser lembrados.

Aceitamos e agradecemos se nos enviarem nomes de quem, em imperdoável lapso de memória, nos esquecemos.




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