sexta-feira, 18 de julho de 2014

Alienação Parental

"A alienação é o extremo da perversidade. É o desprezo pelo outro, a necessidade de vingança pelo desamor, destilado através de crianças e adolescentes, que se tornam verdadeiros instrumentos de ataque àquele que decidiu seguir sua vida sem a companhia do alienador." (in JusBrasil)





Em julho de 1990, nascia o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), instaurado pela lei 8.069.
O ECA estabelece que é dever do Estado, da família e da sociedade garantir o direito de crianças e adolescentes à liberdade, à dignidade, à convivência familiar e comunitária, à saúde, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, à profissionalização e à proteção do trabalho. Além disso, prevê a proteção contra qualquer forma de exploração, discriminação, violência e opressão. 
Que pena que nada disso está sendo levado a sério.... Infelizmente muitos relacionamentos têm terminado de forma caótica, onde o respeito e harmonia familiar passam longe.  Famílias se desfazendo todos os dias, mas sem  um planejamento anterior. Aí está o problema: deveria existir a escola da separação. Melhor explicar...
Os casais, ao perceberem que o casamento acabou, deviam ser encaminhados a terapeutas familiares para receber orientação psicológica para adequarem o seu comportamento, visando o bem e a integridade dos filhos.
Muitos homens e mulheres usam seus filhos como moeda de troca, forçam a distância, dificultando o contato do pai e outros familiares com os menores. Isso, quando não praticam deliberadamente a alienação parental.


Segundo o site http://www.alienacaoparental.com.br , “a síndrome de Alienação Parental,  também conhecida pela sigla em inglês PAS, é o termo proposto por Richard Gardner em 1985, para a situação em que a mãe ou o pai de uma criança a treina para romper os laços  afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao outro genitor.  Os casos mais frequentes da Síndrome da Alienação Parental estão associados a situações onde a ruptura da vida conjugal gera, em um dos genitores, uma tendência vingativa muito grande. Quando este não consegue elaborar adequadamente o luto da separação, desencadeia um processo de destruição, vingança, desmoralização e descrédito do ex-cônjuge. Neste processo vingativo, o filho é utilizado como instrumento da agressividade direcionada ao parceiro.  Isto é a síndrome de alienação parental: programar uma criança para que odeie o genitor.” 
Precisamos saber que o amor pelas crianças é que deve prevalecer, ser o mais forte. A ausência de um dos genitores é um trauma que varia de intensidade conforme a criança, mas é um trauma. Em todos os segmentos do desenvolvimento existe uma função para a figura feminina e masculina, no equilíbrio emocional do indivíduo.


Precisamos pensar nisso, antes de usar nossos filhos como moeda de troca ou como arma para vingarmos a honra ou punição por inconformismo ou ainda sentimento de posse contra nossos parceiros. Quem sofre com isso são, principalmente, nossas crianças. Procurar apoio psicológico para si e para as crianças deveria ser obrigatório, para que sofrimentos desnecessários fossem minimizados, e a vida continuasse harmoniosa, mesmo quando o rompimento é necessário. 


E mãe!


























Nova Captação - Córrego da Ponte Alta













A HORA E A VEZ DOS PETS – 3


“Eu estou só.
O gato está só.
As árvores estão sós.
Mas não o só da solidão:
o só da solistência.”

João Guimarães Rosa




Concluindo, nesta terceira matéria, as considerações sobre o mercado pet, chegamos à literatura. Os animais domésticos, assim como participam de nossas vidas, estão na literatura. Muitos autores falam de seus cães, gatos, pássaros e cavalos, transformando-os em ricos personagens. Nos últimos anos, até o gênero biográfico se destacou, quando começaram a surgir biografias de animais, provocando uma revitalização no mercado literário.
São inúmeros títulos que narram histórias comoventes, engraçadas, curiosas, surpreendentes e ternas, gerando interesse crescente nos leitores. Conforme citação da matéria da edição 942 de Notícias, os valores movimentados no setor pet, são surpreendentes! E é um mercado em expansão. Ou seja, não pode ser ignorado e muito menos menosprezado. Ainda há quem diga que o assunto “é coisa de quem não tem o que fazer”, “que gostam é das fotinhos de filhotes fofinhos”, “que se trata de futilidades”... e por aí vai. Pois bem. Não é o que pensam, por exemplo, as editoras. Muito menos os humanos que amam seus animais domésticos, como membros da família, que verdadeiramente são.

Para citar alguns títulos: “Um gato de rua chamado Bob”, “Dewey, um gato entre livros”, “O encantador de cães”, “A odisseia de Homero”, “Casper, o gato-viajante”, “Uma casa para Rosa”, “Um gato chamado Norton – A verdadeira história de um gato extraordinário e seu humano imperfeito”, “Endal”, “O menino cavalo”, “Vida de cachorro”, “Um leão chamado Christian”, “O céu dos cachorros” e “Anjo de quatro patas”.
Quem já teve o privilégio de conviver com estes seres tão especiais, sabe que histórias para serem contadas, não faltam. Quem coloca no papel, tem hoje um público fiel. Como nem todos podem ou desejam fazê-lo através de editoras, utilizam muito as redes sociais.
Nas páginas do Facebook, por exemplo, gatos e cachorros reais se transformam em personagens que ‘ganham voz’ para falar de suas rotinas, trocar informações, dicas de cuidado, adoção responsável. Já contei aqui sobre Borges, o gato, que participou de programa na Globo, saiu na Revista Veja e concorreu a prêmios no YouPix Festival por três anos consecutivos – ele escreve crônicas diárias em seu blog. Este ano é o Chico, do Cansei de ser gato, que representa os animais no YouPix, no próximo final de semana, em São Paulo.
De acordo com o presidente da Abinpet, José Edson Galvão de França, o Brasil deve lucrar neste ano, R$ 16,63 bilhões. E tem previsão de crescimento de 10% em relação a 2013. Conclusão: o mercado pet é coisa séria, que de fútil e ingênuo, não tem nada.









            

















Edição n.º 944 - página 07







Decepção!





Em 23 de maio a presidente Dilma assinou o decreto 8.243, elaborado pelo ministro Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência e seu apologista. Com esse decreto foi instituída a participação de “integrantes da sociedade civil” em todos os órgãos da administração pública. Com esse ato unilateral, conhecido como decreto bolivariano, Dilma ataca a democracia representativa, que ela se obrigou a respeitar ao jurar obediência à Constituição da República, quando da sua posse no mais alto cargo político da nação.
O decreto em comento destrói um dos pilares da democracia brasileira, a igualdade dos cidadãos, ao privilegiar grupos alinhados ao governo. O decreto baixado pela presidente é explícito ao justificar sua finalidade: “consolidar a participação social como método de governo”. Um dos artigos quer estabelecer, em linhas perigosas, o que é a sociedade civil: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”. Ou seja, segundo o texto de Dilma, os movimentos sociais – historicamente controlados e manipulados pelo PT – são a representação da sociedade civil no Estado Democrático de Direito.
Desde que foi editado pelo Palácio do Planalto, o decreto provocou forte reação no Congresso, que começou nas bancadas de oposição, mas ganhou adesão de mais partidos. Até Henrique Alves e Renan Calheiros, respectivamente, presidentes da Câmara e do Senado, cobraram da presidente a revogação do seu decreto. Como a presidente permaneceu firme, está tramitando no Congresso projeto de decreto legislativo contra esse ato de Dilma.
Mas, a minha decepção, não é com a presidente, visto que se sabe da sua tendência em copiar o modelo chavista, importando esse modelo para a realidade brasileira, já que na Venezuela há conselhos populares para defender essa tática governista de Hugo Chávez. A minha decepção é com o senhor vice-presidente da República, Michel Temer, que foi meu professor no curso de especialização em direito constitucional na PUC-São Paulo. Temer é autor de livros de direito constitucional que são referência no estudo da matéria. Em seu livro Elementos de Direito Constitucional (Malheiros editores, 22ª edição, página 123), ao discorrer sobre a independência da República na Constituição Federal, o professor afirma que “nenhuma norma infraconstitucional pode subtrair competências que foram entregues pelo constituinte”. Quanto mais um simples ato de um só Poder, de uma só vontade política! O silêncio de Temer diante desse decreto ditatorial que permite ao Poder Executivo subtrair competências do Poder Legislativo decepciona. Parece que o vice-presidente e o professor-autor não são a mesma pessoa. Como estudioso das suas obras, estou decepcionado com a sua mudez.
Que pena! Como o poder tem a capacidade de mudar o pensamento da pessoa!...














Edição n.º 944 - página 08

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Gastos com a Copa, 7; alegria dos brasileiros, 1




Todo “vestido” de verde e amarelo, como se vê pelas imagens da Igreja da Penha (1), do Palácio do Rio Branco (2) e do Cristo Redentor (3), no Rio de Janeiro; do Palácio de Karnak (4), em Teresina (PI); do Monumento às Bandeiras (5), em São Paulo; e até da casa verde e amarela (6), em algum lugar do Brasil, o país comemorava os resultados dos jogos da Copa, até a semifinal de terça-feira.

“Os pessimistas e a elite branca deram com os burros n’água: a Copa do Mundo no Brasil é um sucesso. A bola está rolando redondinha, os gramados estão todos verdinhos e o país chegou até aí batendo mais um recorde: gastou com os estádios da Copa mais do que Alemanha e África do Sul juntas. Com brasileiro não há quem possa. Aos espíritos de porco que ainda têm coragem de reclamar do derrame sem precedentes de dinheiro público promovido pelos faraós brazucas, eis a resposta definitiva e acachapante: a Copa no Brasil tem uma das maiores médias de gols da história. De que adianta ficar economizando o dinheiro do povo, evitando os superfaturamentos e as negociatas na construção dos estádios, para depois assistir a um monte de zero a zero e outros placares magros? Fartura atrai fartura. Depois da chuva de verbas, a chuva de gols. É a Copa das Copas. Se você não suporta mais essa alquimia macabra, que faz qualquer sucata populista virar ouro eleitoral, faça como os atletas do Felipão: chore”, ironizou Guilherme Fiuza (O GLOBO, 5/7).


Ou, mais eficiente do que chorar, vote!
Porque, vale lembrar: o voto dos que não concordam com, e se revoltam contra, toda essa situação vale exatamente tanto quanto o dos que concordam, aprovam, tiram proveito, provento e vantagem das comissões que escoam dos desvãos oficiais.
Estes últimos, os que esbanjam versões e justificativas para toda essa falcatrua que aí está, sem a menor duvida vão depositar seu voto favorável à continuação desse descalabro.
Então, os outros, os que discordam e se revoltam com tal situação, os que “não suportam mais essa alquimia macabra, que faz qualquer sucata populista virar ouro eleitoral”, têm a grande responsabilidade de ir votar.
Cada voto válido contra “o que está aí” é um voto necessário! Anular o voto, votar em branco ou não ir votar (cidadãos entre 16 e 18 anos, ou de mais de 70 anos) favorece a continuidade disso tudo que execramos.
Às urnas, portanto, em 5 de outubro!






Relembrando o inesquecível



O valinhense Luiz Carlos Fagnani, de malas prontas para assistir o campeonato mundial de futebol de 2002, que aconteceria no Japão, acrescentou em sua bagagem a edição n.º 320 de NOTÍCIAS DE VALINHOS. Isto é o que se pode classificar de Prova de Carinho de um leitor.
O escritor Milan Kundera afirmou: A memória não guarda senão um milionésimo ou um bilionésimo, em suma uma parcela ínfima da vida vivida.
NOTÍCIAS tem em seu arquivo a façanha de Luiz Carlos Fagnani porque arquivou a sua prova de carinho, que registrou os 106 anos de Valinhos.
Há muitas coisas, algumas personalidades e vários fatos da cidade  que merecem e precisam ser lembradas, como importantes para a comunidade valinhense, para que sua presença não se perca na distância do tempo, como fragmentos do passado, esmaecidos pelas falhas de nossa humana memória.
Geralmente, são as vidas vividas e as obras executadas pelos homens públicos e pelos artistas, principalmente, que deixam mais marcadas suas passagens pela cidade onde nasceram, trabalharam, construíram ou fizeram algo que permanece além do tempo de suas vidas humanas.
Só no Estado de São Paulo, há inúmeros exemplos de artistas de todas as categorias: os da literatura, da música, das artes plásticas e  inventores, sendo homenageados e festejados como verdadeiros monumentos  às  suas  cidades de origem ou adotadas.
A casa de Cultura Euclides da Cunha, de São José do Rio Pardo, promove, há 102 anos,  a Semana Euclidiana. É um movimento de estudo da sua obra, além de preservar a memória do engenheiro civil e escritor. Ele projetou uma ponte sobre o Rio Pardo, em 1898, enquanto escrevia seu romance Os Sertões. Euclides da Cunha não era natural da cidade, mas não deixa de ser lembrado e comemorado por ela todos os anos. E São José do Rio Pardo está incluída em todas as notícias que comentam os 114 anos da publicação de Os Sertões.
A cidade de São Paulo comemorou neste ano os 82 anos da Semana de Arte de 1922, relembrando todos os seus integrantes: Mário de Andrade (escritor, músico, estudioso do folclore nacional), Anita Malfatti (pintora), Osvald de Andrade (escritor), Tarsila do Amaral (pintora), Victor Brecheret (escultor), Di Cavalcanti (pintor), Vila-Lobos (maestro e compositor).
Tarsila do Amaral, especialmente, merece de Capivari, onde nasceu, grande destaque. São João da Boa Vista tem orgulho de ser a terra natal de Guiomar Novaes (pianista).
Campinas é privilegiada por ser o berço de dois vultos de projeção internacional: Carlos Gomes, maestro e compositor, e Santos Dummont, inventor do avião!
Valinhos também tem duas personalidades importantíssimas a serem relembradas e homenageados: Flávio de Carvalho (arquiteto) que adotou Valinhos como sua cidade, para viver depois de bem sucedido profissionalmente. A outra é Adoniran Barbosa (compositor e cantor), que nasceu no bairro do Lenheiro e entre tantos destaques, conquistou o prêmio de compositor com o samba Trem das Onze, para as comemorações do quarto Centenário do Rio de Janeiro.
 
Tom Santos

O calor que adoça as maçãs!




“Existe algo incontestável. Você não pode decidir sempre o que ocorrerá em sua vida. Existem fatos extremamente desagradáveis e indesejáveis que simplesmente surgem e nos abatem.
Chame-os adversidade, afinal são contrários, se opõem, são infortúnios. Mas existe outra verdade absoluta, e que você talvez saiba, mas não tem praticado: você sempre poderá decidir como passará por qualquer um desses fatos. É isso mesmo: Deus lhe deu o poder de tomar decisões sobre como encarar e enfrentar o que se opõe a você. A isso damos o nome de atitude.
Na verdade, a adversidade é um ponto inicial de uma bifurcação na estrada da vida. As adversidades sempre fazem parar nossa caminhada. O que não dá para fazer é ficar parado, pensando qual estrada tomar. Você tem de avançar por uma das duas estradas que surgem diante de você. A vida não pára, nem você. E que estradas são essas? Uma é a da lamentação e autocomiseração; a outra é a da esperança e renovação.
Tenha certeza de uma coisa: a adversidade é como uma moeda. Você decide qual das faces coloca para cima. Elas sempre andarão juntas, mas somente uma brilhará ao sol. Exatamente a que você escolher. Escolha!”

                        

Com muita propriedade Thomas Edson, diz “É curioso como as contrariedades afetam de maneira diferente as pessoas. Elas são como o calor, que azeda o leite, mas adoça as maçãs.”
Diante de uma adversidade, ficamos parados sem saber o que fazer o que dizer... Então, é neste momento que precisamos ter calma, controle emocional, para refletir, para tomar consciência da nova situação.
Muitas questões surgem e nos fazem reagir para tomar uma direção.  Estamos vivos e devemos continuar a caminhada! É preciso buscar forças e energia para superar as contrariedades. O pensamento positivo e o desejo de fazer o melhor impulsionam nossa vontade.  Precisamos ser pessoas resistentes para encontrar a solução.

Deus, que nos quer felizes, nos abençoa no momento da adversidade, do infortúnio para encontrarmos a atitude correta. Ele nos ilumina para enxergar a direção, para encarar os fatos com coragem e entusiasmo.

É melhor para nós, para a saúde e equilíbrio emocional, que a nossa postura seja de renovar as esperanças.





Conviver e crescer



Viver em sociedade faz parte das sabias Leis Divinas, entretanto esta Lei apresenta grande complexidade e desafios.
Por meio da convivência, seja ela em família ou em sociedade é possível o crescimento, tanto espiritual, quanto material. Aprendemos uns com os outros, observando e convivendo é possível aprender, dividindo experiências e conhecimentos. Aquele que aprendeu mais pode e deve dividir suas conquistas com os que estão ainda no início da jornada. Entretanto quando não há bondade, desprendimento, compreensão e fraternidade, o conviver, principalmente com os que nos são diferentes, pode gerar o preconceito e o sofrimento.
Ao observarmos a História da Humanidade, veremos que grandes desatinos já foram cometidos pela sociedade; em nome da paz, se fez a guerra, em nome de Deus se aplicou a violência e o desamor, em nome da liberdade muitos tiveram seus direitos cerceados. Tudo pela inexperiência e imaturidade espiritual. Muito já se caminhou, é verdade, e uma boa parte da Humanidade aprendeu a duras penas, que o que plantarmos colheremos e que não se pode ser feliz com a infelicidade do outro.
As leis humanas, apesar de imperfeitas, pois são feitas por nós, seres imperfeitos, tentam regulamentar a ordem social, para que seja possível uma vida justa e digna para todos.   Mas apesar do que muitos possam pensar esta ordem social tão almejada, deveria ser implantada em nosso modo de ser e viver, não como uma situação externa e imposta, mas sim íntima e individual. A maneira como vemos o mundo, a nós e as pessoas que nos cercam é fator preponderante para que consigamos viver em harmonia.
Jesus nos ensina o modo certo de convivência harmônica, no amor a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a nós mesmos. A Lei de Amor é a pedra fundamental que regula todas as outras. É compreensível que em nosso estágio evolutivo atual ainda não consigamos amar verdadeiramente, mas já nos é possível, respeitar o direito  do próximo, aceitando as diferenças, afinal de contas quem garante que o “nosso” modo de ser e viver é o melhor, o mais acertado? O único ser que pode servir de verdadeiro modelo em todas as circunstâncias é Jesus.
Não nascemos para a solidão, não crescemos e não sobrevivemos sozinhos, dependemos uns dos outros para a manutenção da vida, mas principalmente para evoluirmos. Mesmo no atrito, quando nos deparamos com as dificuldades de convivência, podemos também crescer. Nossos desafetos são os melhores professores, pois exigem nosso máximo, inúmeras vezes somos chamados ao desenvolvimento obrigatório de virtudes para a superação destas situações. Por exemplo, frente à ingratidão, à traição, ao desamor de uma forma geral, se não buscarmos a vivência da paciência, do perdão, da tolerância, podemos adoecer, física e espiritualmente.
O modo como convivemos, compartilhamos e dividimos o que já possuímos é o termômetro que demonstra nosso estágio evolutivo.

Pense nisto!












Confraternização e fé





















Domingo, 6 de julho com pleno sol, os muladeiros, muladeiras e os mirins da montaria de Valinhos foram chegando no tradicional espaço de concentração, com seus bem tratados animais.
Com a chegada do Pe. João Augusto Pozzuto, da Paróquia de São Cristóvão, a benção foi dada aos presentes, que partiram pelas principais ruas de Valinhos até chegarem à Paróquia de São Cristóvão.
Com muita disposição pelo significado da prática da fé, Pe. João Pozzuto aspergiu os fiéis e seus animais.

Muladeiros e muladeiras irmanados com as mensagens do Pe. João Pozzuto, sentiram as mensagens de São Cristóvão como o revestido de fé, que transportou em seus ombros o Menino Jesus e por conversão deu sua vida até o martírio, pela causa de Jesus Cristo.




“Creche-Escola”em Valinhos 



O prefeito de Valinhos, Clayton Machado, esteve no gabinete do governador Geraldo Alckmin, na capital do Estado, para formalizar convênio no valor de R$ 1 milhão e 900 mil reais que serão destinados à construção de inédita Creche-Escola no Jardim São Luís.
As obras deverão ter início após processo de licitação, que ocorrerá em pouco tempo. O governador do Estado disse que já foram firmados 315 convênios e, ao todo, serão construídas mais 439 no interior paulista. Em Valinhos, o Estado disponibilizará recursos para construir e equipar a Creche-Escola.
Segundo o secretário da Educação, Danilo Sorroce, o programa propõe três modelos de creche, que foram projetados pela FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação), com a finalidade de minimizar os custos de construção e manutenção do prédio.
“São edifícios térreos, com todos os ambientes necessários ao atendimento das crianças, como sala de atividades, berçário, fraldário, lactário, cozinha, refeitório e lavanderia, entre outros. Haverá também uma sala de uso múltiplo, equipada com computadores para iniciar as crianças na linguagem digital”, explicou.
O prédio deve atender aos padrões de acessibilidade previstos na legislação, bem como às exigências de sustentabilidade. Os projetos adotam aquecimento solar e especificações para redução do consumo de água e energia. A capacidade de atendimento varia de 70 a 150 crianças, de acordo com a faixa etária.
O prefeito Clayton Machado enfatizou a união entre Estado e município para valorizar o setor educacional. “Esta parceria é fundamental para o desenvolvimento da nossa Valinhos. Entendo que não podemos poupar esforços para investir na educação de qualidade tanto para crianças como aos jovens”, ressalta.
O convênio é válido por dois anos, podendo ser prorrogado por até 60 meses. A verba repassada deverá ser destinada exclusivamente para despesas de investimento, ou seja, em obras e material permanente.











A HORA E A VEZ DOS PETS – 2


"A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter, e pode ser seguramente afirmado que, quem é cruel com os animais, não pode ser um bom homem." - Arthur Schopenhauer, filósofo alemão



Dando continuidade à matéria da semana passada, reflitamos um pouco sobre as mudanças de posicionamento e atitudes, em relação aos animais domésticos. O valor movimentado com a comercialização de animais, ainda é um dado muito significativo. Afinal, não é qualquer mercado que faz circular cerca de R$ 1 bilhão por ano!


Na contrapartida, aumenta cada vez mais o número de adoções, tanto de filhotes, quanto de animais adultos. A conscientização da população é um trabalho de longo prazo, que felizmente conta com um exército de voluntários. A adoção é verdadeiramente um ato de amor. Todo cuidado e dedicação dispensados a estes seres indefesos, se transformam em mais amor – num círculo virtuoso, extremamente gratificante.



Os centros de controle de zoonoses dos municípios procuram promover, regularmente, campanhas de adoção e conscientização, incluindo vacinação, tratamento, identificação e castração dos animais. Foi-se o tempo em que cães e gatos eram deixados à própria sorte, como se fosse algo normal e natural. Desde 2008, com a aprovação da lei estadual 12.916, no estado de São Paulo, ficou proibida a matança indiscriminada de cães e gatos saudáveis, nos centros de controle de zoonoses, canis públicos e congêneres. Assim, esses animais passaram a ter outra chance de vida, melhor e mais saudável. Ainda há muito a ser feito, mas a instituição de políticas públicas nos municípios, em convênio com o governo do estado, tem possibilitado progressos significativos. A abrangência da lei e os resultados que ela tem trazido aos municípios paulistas, fez com que já fosse adotada em outros 12 estados.
As regras de adoção podem variar de acordo com o município, mas seguem critérios parecidos. O interessado em adotar passa por entrevista com funcionários do setor de adoção. O adotante precisa ser maior de idade e registrar o animal em seu nome. É necessário apresentar CPF, RG, comprovante de residência e pagar uma taxa municipal. Para o transporte é preciso levar coleira e guia para cães e caixa de transporte para gatos.



Muitas ONGs (organizações não governamentais) idôneas e confiáveis, além de ativistas, estão se dedicando a esta causa, tentando suprir as lacunas deixadas pelos serviços públicos. Nas redes sociais, muitos grupos e comunidades se propõem a viabilizar adoções. Mas fica o alerta para possíveis aproveitadores, que infelizmente existem em todos os setores da sociedade. A informação é fundamental para que o processo de adoção responsável seja bem conduzido. Busque recomendações, se informe, esclareça dúvidas. Amor e companheirismo podem estar mais perto e mais acessíveis do que se imagina. Adotar é tudo de bom!