Edição n.º 971 - página 04
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Banda do Brejo, ponto alto da Festa do Figo
“Na maior festa da cidade o grande show
vai começar.
Valinhos te espera de braços abertos
Vamos juntos cantar.
A Festa do Figo é do povo
É história é tradição
Vamos lá cantar comigo
Essa nossa canção
Ouou... Ouou... Ouou...
Festa do Figo – Expogoiaba
Ouou... Ouou...
Inesquecível
BANDA DO BREJO
Integrantes
Sapo
– Contrabaixo
Zé
Luis – Teclados
David
– Guitarra
Rato
– Bateria
Guilherme
Masselli – Teclados
Josi
– Percussão
Carlinhos
– Vocal
Luisinho - Vocal
Edição n.º 971 - página 05
COMPETÊNCIAS PESSOAIS E RESPONSABILIDADE SOCIAL
A conclusão do livro de João
Florêncio Bastos Filho CMC – “Gestão de Carreiras – Âncora, Portos e
Timoneiros”, sintetiza o conceito que tem norteado o trabalho deste jornal e de
seus colaboradores:
“O desenvolvimento
tecnológico, quando não acompanhado pelo crescimento intelectual e cultural,
tende a provocar impactos sociais que podem levar ao enfraquecimento da
estrutura de princípios e valores morais de uma sociedade. Este conjunto de
princípios e valores morais também pode ser considerado como uma ‘âncora’ que
lançamos num ‘porto’ ou estágio de nossa vida profissional. Portanto, não
podemos nos esquecer que neste mar bravio representado pelo competitivo mercado
de trabalho, além de ‘timoneiros’ somos também remadores de nosso próprio
destino.”
Identificar, potencializar
e utilizar adequadamente as competências das pessoas é um papel de todos –
líderes e liderados, mestres e aprendizes. É preciso instrução e preparação!
Não podemos, como indivíduos e consequentemente como sociedade, abrir mão
destes princípios.
A coerência entre
pensamento e ação é a busca de quem anseia por equilíbrio na vida. Equilíbrio
emocional é cada vez mais valorizado em todos os setores da vida em sociedade.
Paradoxalmente, o menos encontrado. Há muitas pessoas que identificam e
desenvolvem competências intelectuais e técnicas. Mas não conseguem colocá-las
em prática, por absoluto desequilíbrio emocional. Desta forma, muitos talentos
são desperdiçados ou desvalorizados, principalmente no mercado de trabalho. Já
ouvi líderes que preferem colaboradores menos capacitados tecnicamente, mas
cujo perfil seja mais equilibrado, centrado e conciliador. É mais fácil
capacitar uma pessoa em termos de técnicas e conhecimento, do que lidar com
destempero, arrogância ou agressividade excessivos. Um colaborador
emocionalmente desequilibrado pode perder grandes negócios e até motivar o
desligamento de outros colaboradores.
Assim como mudam as
circunstâncias, novas atitudes são necessárias. É um processo contínuo, que não
pode ser negligenciado, porque gera e multiplica novas ações e resultados, dos
quais se espera crescimento e progresso. Assim é na vida em família, na vida
acadêmica e profissional. Portanto, as competências pessoais bem direcionadas,
podem refletir no exercício e cumprimento da responsabilidade social, que é de
todos.
Edição n.º 971 - página 07
É preciso investir na Educação básica!
É
preciso investir em Educação. Só assim seremos uma nação próspera e viabilizaremos
nosso desenvolvimento pleno.
Investir
em Educação não significa apenas construção de prédios escolares, mas
principalmente valorização do capital humano, na formação e capacitação de
professores e demais profissionais que atuam na área da Educação.
O
Brasil ainda continua aquém de suas possibilidades, e no campo da educação
pública, especialmente no ensino básico (pré-escola, fundamental e médio), não
tem conseguido alcançar os índices de qualidade desejados. É preciso, portanto,
identificar quais são as razões disso, para que possamos direcionar melhor os
recursos e ações. Não se desconhece que a razão principal da baixa qualidade de
ensino básico público deve-se à baixa remuneração de professores e servidores,
que torna essas funções pouco procuradas por muitas pessoas competentes que
buscam outras atividades profissionais.
O
fato é que o ensino público básico brasileiro foi bem melhor há quarenta, cinquenta
anos. E hoje constatamos as debilidades existentes no setor. Há vários fatores
para isso, por exemplo, o próprio gigantismo da rede de ensino, que demanda
enormes investimentos em infraestrutura, mas há também o problema da questão
ideológica, que desprestigiou o ensino dos clássicos, priorizando apenas o
tecnicismo. Isso também de alguma forma empobreceu a capacidade crítica, de
reflexão e de pensamento dos alunos.
Sem
muito investimento financeiro não haverá qualidade da Educação. Sem condições
boas de trabalho para professores e funcionários, mormente salários
competitivos em relação a outras atividades do mercado, não há como tornar a
educação básica brasileira uma referência mundial de qualidade.
Recentemente
o Parlamento Brasileiro aprovou o Plano Nacional de Educação, e uma das
propostas mais defendidas foi a de destinar-lhe 10% do PIB. Mas o problema não
é só este, é preciso também atentar para o conteúdo do ensino, que não pode ser
ideologizado. A par disso, é essencial que capacitemos melhor nossos
professores e profissionais. Tudo isso são desafios que temos pela frente, para
suprir as demandas e alcançar os níveis de qualidade que desejamos para a educação pública
no ensino básico.
Edição n.º 971 - página 08
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
O medo do humor
“Os pelegos da repressão verde amarela não tinham coragem para entrar
atirando numa redação, como os terroristas fizeram na semana passada em Paris.
Preferiam o terrorismo sorrateiro, dissimulado: uma bomba aqui, um incêndio em banca de jornais
ali, o trivial da covardia sem rosto.” (Sergio
Augusto, O Estado de S.Paulo 10/01,
C7)
O tablóide semanal “O Pasquim” foi a publicação brasileira mais assemelhada
ao francês “Charlie Hebdo”. Com seu humor irreverente e anárquico, “O
Pasquim” deu uma roupagem nova à linguagem do jornalismo brasileiro, uma forma
mais coloquial à publicidade e causou um forte abalo nos níveis da hipocrisia
nacional. Fundado em 1969, circulou até 1991, e sua
redação sofreu um atentado a bomba, na madrugada de 12 de março de 1970.
Além de
covardes, os terroristas a serviço dos fundamentalistas do regime militar
(1964/1985) não primavam pela competência. Quanto aos outros jornais nacionais,
eles noticiaram o fato no dia seguinte, com maior ou menor grau de solidariedade
à vítima. “Mas nem o mais solidário deles estampou em manchete “Nós somos “O
Pasquim”, reconhece o articulista do Estadão.
Em compensação,
nos atuais tempos de redes sociais e mensagens instantâneas, as charges e
mensagens de apoio às vítimas do “Charlie Hebdo” se multiplicaram ao redor do
mundo. Duas “Je suis Charlie”
chamam particularmente a atenção: a reprodução da personagem título da tirinha
“Charlie Brown”, chorando com a cabeça entre as mãos, e a face de Charlie
Chaplin, como Carlitos, em que as lágrimas lhe borram os olhos e mancham o
rosto maquiado de branco, sob a legenda “Eu sou Charlie e estou desolado”.
O humor
satírico, insolente, subversivo e abusado de Jaguar, Henfil, Millôr, Ziraldo,
Sérgio Cabral, Luiz Carlos Maciel, Miguel Paiva e Ivan
Lessa, entre outros, conhecia bem a falta de humor do regime
repressivo. E sofria, além de censura prévia, toda
sorte de pressões e constrangimentos, além do desmantelamento das formas
críticas de expressão cultural, porque, como escreveu Roberto Damatta (O Estado de S.Paulo, 14/01, C8), “o maior medo
dos radicais não é um outro radicalismo, mas o riso e o humor que carnavaliza e
sublima”.
Como pode ser
verificado pelas capas reproduzidas aqui, tanto o deboche escrachado da edição
nº. 105 do “Pasquim”, como a semelhança da edição comemorativa dos seus 40 anos
(com décadas de antecedência!) com a capa da “Charlie Hebdo” que provocou
o ataque terrorista na França é incrível!
Embora nunca a manchete “Nós somos “O
Pasquim” tenha sido estampada, “O Pasquim” sempre foi Charlie, cheio de humor
crítico e de liberdade de expressão, desde a sua fundação no final dos anos
1960.
Edição n.º 970 - página 01
Aconteceu no período JK
No governo do presidente
Juscelino Kubitscheck o Brasil iniciou a pujante caminhada, como nação
determinada a firmar sua evolução técnica e cultural.
Entre 1956 e 1960, nasceram
o Cinema Novo e a Bossa Nova; Eder Jofre conquistou o primeiro título mundial
no Box; no futebol, a equipe brasileira ganhou a primeira Copa do Mundo; nasceu
a indústria automobilística; Brasília foi construída; reformou-se e ampliou-se
a malha ferroviária; pavimentaram-se rodovias; a educação foi um dos itens em
destaque, do ousado Plano de Metas, e foi dada atenção especial à produção e
armazenamento de alimentos.
Anos depois, nasceu a
Tropicália, e Caetano Veloso só sintetizava o clima do Brasil: “Sobre a cabeça
os aviões. Sob meus pés, os caminhões. Aponta contra os chapadões, meu nariz.
Eu inauguro um monumento, no Planalto Central do País.”
Por aqui, naquele mesmo
período e consideradas as devidas diferenças, também havia euforia, porque
nascia o novo município Valinhos, desligado de Campinas.
Antônio Palácio Neto se
destacou, nesse período e foi eleito vereador, na primeira legislatura (período
em que vereador não era cargo remunerado!).
Ocupou várias posições na mesa administrativa, deslocando-se entre os
postos de secretário, vice-presidente e presidente da mesa.
Palácio, idealizador,
também se dedicava ao comércio de frutas, investida na qual vislumbrava
dinamizar o progresso do novo município.
E assim, durante alguns
anos, ele se dedicou à política, enquanto também levava as frutas de Valinhos,
para os consumidores do Rio de Janeiro se deliciarem, divulgando e tornando
conhecida a produção de Valinhos.
Edição n.º 970 - página 02
ADMIRAÇÃO E RESPEITO! NÓS GOSTAMOS!
Todos
nós temos aptidões e talentos e também a possibilidade de desenvolvê-los para o
crescimento pessoal e social. O respeito mútuo nos proporciona aprender e
aprimorar as coisas que fazemos.
O
fato contado por um autor desconhecido nos propõe pensar nessas idéias: “Há
muito tempo, ocorreu uma rixa entre um jovem poeta e um oleiro”. Para evitar
que o tumulto se agravasse, eles foram levados à presença do juiz da cidade. O
juiz, homem íntegro e bondoso, interrogou primeiramente o oleiro, que parecia
muito exaltado.
-“Disseram-me
que você foi agredido? Isso é verdade?”.
-”Sim,
senhor juiz, fui agredido em minha própria casa por esse poeta”. Eu estava,
como de costume, trabalhando em minha oficina, quando ouvi um ruído e a seguir
um baque. Quando fui à janela pude constatar que o poeta havia atirado com
violência uma pedra que partiu um dos vasos que estava secando perto da porta.
Exijo uma indenização! – gritava o oleiro.
O
juiz voltou-se para o poeta e perguntou-lhe serenamente: “Como justifica o seu
estranho procedimento?”
-”Senhor
juiz, o caso é simples”. Há três dias eu passava pela frente da casa do oleiro,
quando percebi que ele declamava um dos meus poemas. Notei com tristeza que os
versos estavam errados. Meus poemas eram mutilados pelo oleiro. Aproximei-me
dele e ensinei-lhe a declamá-los da forma certa, o que ele fez sem grande
dificuldade. No dia seguinte, passei pelo mesmo lugar e ouvi novamente o oleiro
a repetir os mesmos versos de forma errada. Cheio de paciência tornei a
ensinar-lhe a maneira correta e pedi-lhe que não tornasse a deturpá-los. Hoje,
finalmente, eu regressava do trabalho quando, ao passar diante da casa do
oleiro, percebi que ele declamava minha poesia estropiando as rimas e mutilando
vergonhosamente os versos. Não me contive! Apanhei uma pedra e parti com ela um
de seus vasos. Como vê, meu comportamento nada mais é do que uma represália
pela conduta do oleiro.
Ao
ouvir as alegações do poeta, o juiz declarou: “Que esse caso, oleiro, sirva de
lição para o futuro.” Procure respeitar as obras alheias a fim de que os outros
artistas respeitem as suas. Se você equivocadamente julgava-se no direito de
quebrar o verso do poeta, achou-se também o poeta egoisticamente no direito de
quebrar o seu vaso.
E
a sentença foi a seguinte: “Determino que o oleiro fabrique um novo vaso de
linhas perfeitas e cores harmoniosas, no qual o poeta escreverá um de seus
lindos versos. Esse vaso será vendido em leilão e a importância obtida pela
venda deverá ser dividida em partes iguais entre ambos.”
A
noticia sobre a forma inesperada como o sábio juiz resolveu a disputa
espalhou-se rapidamente. Foram vendidos muitos vasos feitos pelo oleiro e
adornados com os versos do poeta. Em pouco tempo os dois prosperaram muito.
Tornaram-se amigos e cada qual passou a respeitar e a admirar o trabalho do
outro.
O
oleiro mostrava-se arrebatado ao ouvir os versos do poeta, enquanto o poeta
encantava-se com os vasos criativos do oleiro.
O
fato dos outros não reconhecerem as obras que fazemos e o trabalho que
executamos, a arte com que realizamos as atividades, não nos dá o direito de
agredir, reclamar com violência, ou desmerecer a criatividade das outras
pessoas.
É
o encontro do que cada um realiza e executa na vida, que faz surgir uma obra
maior, com resultados positivos para todos. E isso em qualquer circunstância,
com qualquer tipo de atividade ou em qualquer situação. É somando o que é bom
que nós conseguiremos o melhor, o ótimo, o extraordinário, o excelente, o
indescritível, o admirável...
Não
vivemos sozinhos! Não realizamos as coisas, sozinhos! Precisamos uns dos
outros! Precisamos ampliar nossa consciência humana e social!
E
Deus nosso Pai, nos ilumina nessa mudança de atitude diante de nós mesmos e das
outras pessoas.
Edição n.º 970 - página 03
66ª Festa do Figo e 21ª Espogoiaba
Programa Família Acolhedora está em busca de parceiros
O programa Família Acolhedora,
lançado no final de 2014 pela Prefeitura Municipal – Secretaria do
Desenvolvimento Social e Habitação e que será desenvolvido pela Casa da Criança
e do Adolescente de Valinhos está em plena atividade, na busca de famílias que
possam acolher crianças e adolescentes que por algum motivo precisam ser
separadas do convívio familiar.
O psicólogo Wesley de
Oliveira Santiago destaca que qualquer pessoa adulta que tenha interesse em
ajudar uma criança ou adolescente pode se inscrever no programa, sempre
lembrando que não é adoção, a criança fica por um tempo com a família sendo
acompanhada, orientada. Em contrapartida a família recebe da Prefeitura uma
ajuda de custo no valor de um salário mínimo.
A família Acolhedora receberá
toda orientação e acompanhamento dos técnicos do Projeto e no momento do
acolhimento, a família poderá escolher a criança ou adolescente de acordo com
sua rotina diária de horário, trabalho e disponibilidade de estar com a
criança.
As pessoas interessadas poderão
obter informações ou fazer a inscrição através do telefone 3871-0546 ou pelo
email: familiaccava@gmail.com
É importante que as pessoas
denunciem situações de violência contra crianças e adolescentes, isso poderá
ser feito através do telefone 100, onde se mantem o anonimato e a denúncia vai
direto para o Conselho Tutelar, que imediatamente toma as providências
necessárias.
Crianças que sofrem violência
desenvolvem traumas e podemos evitar isso através do programa de Família
Acolhedora, que exercerá o papel materno, o amor, carinho e orientação que
mudará a vida das pessoas.
No dia 20 de janeiro, às 19
horas, haverá um encontro com as famílias interessadas no Programa Família
Acolhedora, na Rua Campos Salles, 2188, onde serão esclarecidas todas as
dúvidas. O convite está aberto a todos os interessados.
Edição n.º 970 - página 04
Sem limites... Sem barreiras... Apenas conhecimento!!
É impressionante até onde
chegamos, navegando pela internet!
Na última semana não postei
o link do Notícias no Facebook pois precisava verificar o alcance do nosso
Jornal por outros meios (Google, Twitter, blog). Fiquei impressionada. Nosso
maior acesso veio dos Estados Unidos, seguido pelo Brasil, Russia, Alemanha,
Cingapura, China, França, Portugal e Ucrânia!!! É prazeroso saber que pessoas
de outras partes do mundo estão prestigiando nosso trabalho.
E é isso que é maravilhoso:
toda a informação, todo o conhecimento que podemos adquirir pesquisando na internet.
Muitos acreditam que a internet
só serve para redes sociais, jogos - ignorância pura! A internet é uma ferramenta
de pesquisa em tempo real, ou seja, as informações são atualizadas conforme são
reestruturadas, descobertas...
Estávamos na praia e meus
filhos me perguntaram “por que a água do
mar é salgada”? Questionei o que
pensavam a respeito, induzindo a uma resposta lógica... É isso que incentivo em
meus filhos, cada vez que fazem uma pergunta mais complexa - a pensarem na resposta. Depois sugiro que
busquem na internet, incentivando também o gosto pela pesquisa. E foi o que fizeram!
A internet está aí, ao
alcance de quase todos, na ponta dos dedos... Pelo computador, tablet,
celular. Vamos aproveitar tudo de bom
que está ao nosso alcance!!
Pra finalizar, sobre a água do mar ser salgada: “Toda
água contém íons, inclusive a encontrada em rios e lagos. Nos oceanos, a
quantidade é maior devido a um processo que começou há milhões de anos. A chuva
foi diluindo os minerais presentes na superfície terrestre, carregando-os para
o mar. Ao mesmo tempo, vulcões submersos foram lançando elementos químicos na
água, contribuindo para o aumento da salinidade. Esses fenômenos ocorrem até
hoje. Estima-se que os oceanos recebam anualmente 2,5 milhões de toneladas de
sais variados. Isso quer dizer que os mares ficam mais salgados a cada ano?
Não, pois eles também perdem sal. Moluscos, crustáceos, estrelas do mar,
ouriços e tartarugas, entre outros animais marinhos, utilizam o sódio e o
cálcio diluídos na água para construir suas conchas e carapaças. É por isso que
a salinidade média de mares e oceanos ao redor do mundo mantém-se mais ou menos
estabilizada em 3,5% - ou seja, 3,5 gramas de sais (principalmente cloro e
sódio) para cada litro de água. Apenas no mar Morto, lago de água salgada do
Oriente Médio, a salinidade chega a 35% - e por esse motivo é mais fácil
flutuar em suas águas.”
(http://revistaescola.abril.com.br/ fundamental-2/agua-mar-salgada-636986.shtml
)
Musicoterapia alegra Idosos do Recanto
O projeto Musicoterapia desenvolvido no Recanto dos Velhinhos de
Valinhos sob a coordenação da educadora física Célia Ferreira de Araújo e do
voluntário Renato, popularmente conhecido como Cebola, encerrou-se em 18 de
dezembro, com a apresentação da dupla Donizete e Arildinho.
Os idosos adoram o momento musical, cantam junto, acompanham com
chocalhos, triângulos, pandeiro, se alegram com a atividade que é muito
aguardada por eles.
Ainda em dezembro, o Projeto contou também com a participação das
duplas: Zé Caim e Zé Paulo, Adão e Agostinho, que voluntariamente foram até a
entidade e durante uma hora promoveram o encontro musical.
Em 2015, o projeto Musicoterapia será retomado porque, como disse a
Educadora Física Célia Ferreira Araújo, a música além de alegrar promove um
grande bem estar, remete a algumas lembranças e agrada os nossos internos, “por
isso vamos retomá-lo em fevereiro, deixando o convite para quem quiser
participar tocando e cantando para os internos que entrem em contato conosco
aqui no Recanto”.
Arildinho e Donizete e o voluntário Renato
Edição n.º 970 - página 06
O ESSENCIAL, POR SER HUMANO
Já
ouvi algumas pessoas dizerem não gostar de poesia. E toda vez, me pergunto se
estas pessoas sabem mesmo o que é poesia. Porque, como sinto (mais do que
defino), a poesia é inerente ao ser humano. Não há como dissociar um do outro.
A poesia está na música, na literatura, na pintura, na fotografia, no cinema,
no circo e no teatro. Nos relacionamentos, em todos os níveis. Na rotina de
cada amanhecer, na penumbra do anoitecer, no calor do sol, no frio da
madrugada. A poesia está no ser.
Acho
que hoje acordei com uma dose a mais de poesia correndo nas veias, impregnando
a alma.
TEMPO, AMOR E POESIA
Para sempre ou nunca mais,
É sempre muito.
E nunca basta.
Todo o tempo é muito breve,
Quando é encontro.
E só um pouco nunca acaba,
Quando é espera.
Amor – matéria essencial.
Na poesia,
Na vida.
Em qualquer tempo...
Amor, pra valer a pena precisa suar.
De ansiedade,
De desejo,
De tanto empenho.
E nunca esquecer:
Todo empenho é pouco,
Pra nutrir amor e arte.
Porque não basta amar apenas.
Nunca bastou.
É preciso provar, sentir.
Ver, tocar, ir além, como na arte.
Nem cedo, nem tarde,
Amor que é amor vem na hora certa.
Nem pouco, nem muito,
Pra não enlouquecer.
Porque o risco é muito,
O limite é tênue.
E todo empenho é pouco,
Pra guerra não minar a paz...
Edição n.º 970 - página 07
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